Era a noite de domingo mais feliz que Flora já tinha visto. Estava segura por um longo tempo. Mas não sabia o quanto.
Ela adormeceu lembrando-se dos acontecimentos que ocorrera há pouco mais de dois anos. Sonhava delicadamente em sua Queen-size. Madrugada adentra, as janelas expeliam uma fraca luz vinda das ruas de trás, onde ficavam os garotos populares daquela região. Havia mudado de casa, mas as características de seu antigo quarto eram quase as mesmas, tudo muito organizado e calmo, mas a noite tornava-se muito sombrio. Se estivesse acordada, notaria o sujeito que abria silenciosamente as janelas ao lado de sua cama. O ranger da janela, fraco e surdo, não conseguiu despertá-la. O sujeito caminhou para a outra extremidade do quarto e tinha certeza do que deveria ser feito. Apontou a atiradeira de flechas envenenadas para o busto de Flora, baixou os olhos e atirou.
Tudo ficou escuro...
*Obs: os diálogos e situações aqui dispostos são totalmente fictícios. Qualquer semelhança é 'mara' coincidência.
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