A Marca na Agenda do CEO (José Antônio do Prado Fay, Perdigão)
Raphael Perovano
José Antônio inicia seu discurso com um exemplo de marca que perpetua no mercado, a Faber Castell, existente desde o século XVII.
O que leva a Faber Castell ao sucesso contínuo?
A marca.
Pra que serve a marca?
Com certeza aumentar o valor de uma companhia.
No que a marca influencia em um mercado tão instável como o nosso?
Os custos das empresas são praticamente os mesmos, já os preços de venda não são necessariamente os mesmo, pois depende muito do valor que a marca respresenta. Quanto maior o valor da marca, maior será a credibilididade do produto e conseqüentemente o valor de venda.
Fay toca no mesmo ponto que Belini, fazendo suas adaptações. É complicado imaginar sustentabilidade sem o poder da marca para a empresa. Não adianta investir em ações sócio-ambientais, por exemplo, sem que a marca já tenha um renome de grande proporções. Mas isto varia, e pode ser errôneo.
A construção da marca é um processo complexo e caro. Na verdade o branding, como um todo, é complicado. A construção da marca dura um longo tempo e necessita de organização.
A marca é o patrimônio da empresa, e assim entra no quesito despesa. Mas a marca é a parte da empresa que mais rende.
Quanto a questão do preço dos produtos de uma organização, é um conjunto de ações, valores e visões que fazem a marca e a prática do preço dito "justo".
O painelista abordou com mais freqüência a questão do preço que é aplicado no mercado, afirmando que investimentos na marca são fundamentais.
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
0 comments:
Post a Comment