on Friday, October 17, 2008
- Então isso que você está me dizendo é verdade? Você não estava envolvida? – questionou Perov, indignado, à Lorrayna.
- É sim Perov. Eu amava o Izáias, e ele pensava que eu era seu bode expiatório, mas não. Eu não me rebaixaria a tanto.
- Mas por que você aceitou fazer parte disso tudo? Você quase morreu. E aliás, como você conseguiu se safar dessa?
- Eu não sei o que deu em mim. Eu estava muito confusa na época e aquilo vinha me machucando demais. Eu tinha que fazer aquilo pelo izáias. Eu achava que ele mudaria. Mas não. Eu quase morri por causa dele, e acho que ele nem ao menos se importou com isto. Estupid boy! Quando Amanda me trancou na geladeira do CA eu sabia o que aconteceria ao Cemuni, então lancei o meu corpo para frente e para trás, para frente e para trás, até que a finada geladeira caiu e quebrou, então me levantei e saí de fininho, em tempo de ver o Hup ser arremessado e quebrar o pescoço e demais ossos na pilastra por causa do impacto da explosão das bombas. Mas a Racquel só foi arremessada, ela ainda estava viva quando saí do Cemuni. Viu-me saindo e ficou furiosa.
- Então ela pode não estar morta?
- Pelo visto sim. Talvez a queda do Cemuni a tenha matado. Talvez não.
- Ela matou um garoto na estação ferroviária a golpes de facão, que inicialmente foi confundido com Getúlio. Aliás ela poderia matá-lo, Getúlio sabia sobre o caso, mas não, ela queria poupá-lo por algum motivo e terei que descobrir qual.
- Como você sabe que Getúlio sabia sobre a Racquel?
- Ele ligou para Flora um dia antes do ocorrido na estação. Flora pediu que ele viesse para a UFES o mais rápido possível. E ele o fez. Mas nunca chegou a vir até a UFES. Aconteceu aquilo na estação, e nós achávamos que ele havia morrido. Mas então, no final do ano passado a Flora me revelou que não. E há 2 meses atrás ele, Getúlio, e a Rafaela me ligaram para contar das novidades.
- Que complexo isso!
- Pois é minha cara. Estamos sem a faca ou o queijo nas mãos.
- Verdade. Mas que tal irmos até o Sinucar, lá pelo menos, encontraremos o queijo que aguardamos. Ou a faca.
- Pode ser que sim. É bom revê-la, e desculpe qualquer coisa.
- Quê isso! É bom ter ver novamente Perov. Agora vamos!
- Tudo bem.

E se foram. Perov agora dirigia em direção ao Sinucar para encontrar Bernard. Lorrayna estava ansiosa. Mal sabiam eles que o destinatário não estava mais entre eles.
Cigarras serelepes trocando de casca regozijavam com o trabalho das formigas atônitas na terra umedecida pelo sereno da tarde.



*Obs: os diálogos e situações aqui dispostos são totalmente fictícios. Qualquer semelhança é 'mara' coincidência.
on Saturday, October 11, 2008
A Marca na Agenda do CEO (José Antônio do Prado Fay, Perdigão)
Raphael Perovano

José Antônio inicia seu discurso com um exemplo de marca que perpetua no mercado, a Faber Castell, existente desde o século XVII.
O que leva a Faber Castell ao sucesso contínuo?
A marca.
Pra que serve a marca?
Com certeza aumentar o valor de uma companhia.
No que a marca influencia em um mercado tão instável como o nosso?
Os custos das empresas são praticamente os mesmos, já os preços de venda não são necessariamente os mesmo, pois depende muito do valor que a marca respresenta. Quanto maior o valor da marca, maior será a credibilididade do produto e conseqüentemente o valor de venda.
Fay toca no mesmo ponto que Belini, fazendo suas adaptações. É complicado imaginar sustentabilidade sem o poder da marca para a empresa. Não adianta investir em ações sócio-ambientais, por exemplo, sem que a marca já tenha um renome de grande proporções. Mas isto varia, e pode ser errôneo.
A construção da marca é um processo complexo e caro. Na verdade o branding, como um todo, é complicado. A construção da marca dura um longo tempo e necessita de organização.
A marca é o patrimônio da empresa, e assim entra no quesito despesa. Mas a marca é a parte da empresa que mais rende.
Quanto a questão do preço dos produtos de uma organização, é um conjunto de ações, valores e visões que fazem a marca e a prática do preço dito "justo".
O painelista abordou com mais freqüência a questão do preço que é aplicado no mercado, afirmando que investimentos na marca são fundamentais.
A Marca na Agenda do CEO (Cleodorvino Belini, Fiat)
Raphael Perovano

Cleodorvino Belini, representante da Fiat, inicia o seminário abordando o tempo e como este se relaciona com as preocupações do dia-a-dia, neste caso as interferências psicológicas.
Primeiramente, a empresa deve produzir a fim de "fazer" o consumidor adquirir e gostar do produto. É um elemento básico? Sim. É o que todos já o tentam realizar? Sim. Mas o quê deve ser feito para se destacar?
Belini indica que trabalhar com novidades, analisando as tendências, é a chave para o bom sucesso. A chave necessária para desenvolver uma identidade para a marca.
O branding é o grande resposável pelo prisma de identidade da marca. Construir uma marca é um processo contínuo, onde se torna necessário diversas avaliações e adaptações ao que se propõe no mercado.
Pensar no amanhã também faz parte do processo de contrução da marca. Construir uma marca é saber investir em inovações a longo prazo, inovações que renderão à empresa um futuro de ótimos negócios.
Outro fator de grade influência na formação da marca é a sustentabilidade, vista atualmente como elemento fundamental para o crescimento das organizações como um todo. É um compromisso que se assume na formação da marca. Agir com respeito e dignidade com a natureza e todos que se envolvem.
Por fim, Belini encerra seu discurso promovendo a a marca Fiat. A "revolução" Fiat iniciou-se em 1976. A partir daí, a qualidade da empresa ampliou o consumo de carros Fiat. "Nunca se viu tantos Fiats nas ruas como agora" (Cleodorvino Belini).
A Construção da marca Fiat é um grande exemplo de um branding que dá certo.
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