on Thursday, October 14, 2010
Se preocupar demais pode ser doentio.
Se preocupar de menos é praticamente uma falta de consideração.
Na vida há aqueles que se preocupam demais, aqueles que se preocupam de menos, aqueles que não se preocupam e por último, e não menos importante, aqueles que preocupam.
O ato de infringir a individualidade e participar de um ato coletivo no qual o sujeito se coloca no papel da(s) então vítimas(s) de uma colisão social, afim de "resolver" o incidente gerado virtualmente, é comum à grande parte dos seres humanos.
O ato de analisar o interior e contribuir verdadeiramente com suas próprias conturbações é falho em grande parte dos indivíduos. A maioria deles divulga e simula a situação com o intuito de agregar ajuda básica e assim superar o obstáculo. Acontece que no mundo real as coisas não são o que parecem.
Preocupações são necessárias a cada personagem da vida real. São elas que movem os indivíduos e, a partir daí, induzem à capacidade de resolução das coisas e busca de superação e ascensão através das passagens de tempo.
Se preocupar com os acontecimentos dos outros é uma decisão a ser tomada. Vale deixar claro que é importante que não se esqueça nunca das próprias preocupações, afinal de contas quando estas virem à tona, é melhor estar prevenido, afinal não é todo dia que encontramos alguém que se preocupa demais.
P.S.: estou preocupado se alguém vai entender o propósito deste post. Afinal de contas eu estava receoso quanto escrevê-lo ou deixá-lo subtendido.



on Thursday, September 30, 2010
Que eleição bizarra é essa?
Consegue entender a que ponto chegou a política no Brasil?
É um tiro no escuro. Bala perdida em terra de cegos políticos.
Coisa de louco.
Pseudo populismo, pseudo defesa das minorias, pseudo luta antidesmatamento, pseudo candidados...
Sobre reforma política, acredito que já passou da hora.
Democracia...hipocrisia fundamental numa análise sobre nosso modelo político.
Em 3 dias vamos decidir o pseudo futuro do nosso país.
Ordem e Progresso? É pagar pra ver.
Pseudo esperança, pseudo aglutinação, pseudo pseudos.


on Tuesday, September 21, 2010
Minha antiga escola não mais existe. Agora só me resta novos corredores, com novas salas e caras novas. Reflito sobre tudo isso e sinto um profundo desejo de voltar naquele tempo remoto da puberdade e ser o que eu sempre sonhei, o que não fui. Mudar mesmo, minha personalidade, minha história. O mais complicado de ser adolescente é enxergar além dos muros de concreto que cercam a alma estudantil e perceber em que ordem social nos encaixaremos. O que de fato seremos.
...
Quando crescemos, podemos notar que quando nos graduamos, ninguém de fato se importa. Em nas nossas becas vivemos um momento de puro êxtase. Fora delas somos apenas...nós. Não importa quem você seja. Valentão, calouro, alternativo, hippie, baladeiro...quando tudo isso passar verá que a personalidade que você ousou ser, não mais importa (não na íntegra). Tanto o melhor dos nerds quanto o rei das festas conseguirão empregos, às vezes em níveis mais altos que você, outras vezes não. Eles vão viver seu sonho, seu desejo. E isso é confuso.
...
Por isso seja paciente, relaxe, curta e seja firme. São pouquíssimos anos para aprender toda uma vida. Na próxima vez que você passar pela sua escola ou faculdade, olhe as pessoas ao seu redor. Vai notar que são apenas esculturas na areia, almas remotas esperando uma luz. Quando estiver usando seu chapéu na formatura, é hora de cair na real. você nunca vai voltar. E se pergunte pelas suas notas. Eu sei que são importantes (ao menos enquanto vivencio isso). Ou, ao menos, acho. Todo mundo quer ser um gênio e ter notas altas. Pois vai tudo pro histórico escolar. E eu nem sei onde está o meu.
...
Postagem baseada no fim da minha vida acdêmica
e na música "Four Years", Jon McLaughlin.
on Thursday, September 2, 2010
AS COISAS ESTÃO MUITO RÁPIDAS!
Um help àqueles que ousam quebrar a linha da juventude.
Um alô caliente àqueles que nem sequer tiveram a chance de deleitar dos prazeres da carne antes da carne virar...
Um abraço àqueles que se atrasam e, ainda assim, conseguem resolver suas pendências...
Um leve 'oi' àqueles que ainda esperam pelo amor sórtido.
Viver enquanto é tempo...
Quer dizer, quando você era jovem... Responsabilidades, vontades, anseios, desejos, prazeres, confusões, mágoas...aprenda a administrar tudo isso.
Eu preciso terminar esse post rápido porque daqui a pouco tenho que terminar um job. Mas não sei como termino.
Então, tchau!
on Wednesday, August 4, 2010

Os contos de Interlakes são estórias fantásticas, que englobam em sua essência a busca pelo autocontrole, o suprimento das necessidades psíquico-físicas e a compreensão de mundo e do poder que envolve o ambiente pacato, no qual se desenrola a maioria dos relatos que deram origem a esses contos, Interlagos (Vila Velha - ES).

Ao longo dos contos, é possível observar alguns personagens que são peças inclusas no desenvolvimento de todas as narrativas. Os nomes são fictícios, óbvio, para proteger a real identidade dos personagens. Portanto, qualquer semelhança é, além de mera coincidência, acontecimentos vivenciados por pessoas reais e discutidos entre os organizadores dessas mininovelas. Os contos serão postados no Blog do Perov ao longo dos tempos e de seus desenvolvimentos.

Então é isso. Tenha uma ótima leitura e fique atento aos conselhos sábios dos atores da vida real. Afinal, como a antropologia explica, cada ser social contribui para a formação da sua própria cultura e a do outro, eis o nicho social. Eis Interlakes.

Raphael Perovano

on Wednesday, July 14, 2010
O destino é extremamente perigoso.

Quando um bom desejo é feito, 1/4 dele se realiza.
Quando um mau desejo é feito, ele acontece.
Quando uma mentira é dita, uma verdade se anula.
Quando uma verdade é dita, meia mentira se apaga.
Quando uma promessa é quebrada, consequências surgem.
Agora respira. Hora de recapitular.

E onde o destino se enquadra?
Nos desejos, nas verdade e mentiras, nas promessas...
Saber o certo e o errado.

Eis o problema. O medo de fazer o errado acaba ocasionando algumas consequências, que por sua vez geram promessas, que podem vir se tornar mentiras...
on Sunday, May 30, 2010
Só o que sabia, era que não era mais o mesmo há muito tempo.
Queria voltar ao que era antes. Impossível. Os fantasmas do passado, presente e futuro lhe contaminavam através das visíveis e marcadas veias.
Seu corpo mudava e era desagradável.
Sua alma mudava e a dor o tornava seco, frio, ébrio.
Muito dessa mudança deriva dos acontecimentos atordoados que lhe ocorreu.
Tempestades frias e solitárias. Dias ensolarados sem nenhuma cor. Assim se sucedeu a maioria dos seus dias.
E você se questiona o porquê de tanto mistério?
Aparência desgastada, mas renovada pelo dia-a-dia. Incolor, mas vívida pelos gestos alheios. Careta, mas jovial e feliz pelos poucos momentos sórtidos de dias variáveis.
O mistério é descoberto quando se aprofunda. Quando toca o ponto fraco da sua alma. Quando chega aonde quase ninguém tentou chegar.
Às vezes esse mistério proporciona segurança e certa paz. Em outras situações profunda tristeza e indesejável prolongamento das incertezas.
Mas é assim que a vida se molda. Acerca das necessidades e complexidades do ser humano e da natureza.
Maleabilidade, frieza ou ser neutro. Características marcantes e necessárias.
Um bom fim pra quem deseja um bom começo.
Um mau caminho pra quem deseja um mau fim.
on Wednesday, May 19, 2010

Ele conheceu algo mais que especial.
Viveu bons momentos.
Foi, e é, muito feliz, por encontrar um anjo que o cativou tanto.
Encontrar interrogações? É necessário para entender as coisas.
Buscar exclamações! Para tudo fazer sentido e valer a pena.
E não terminar ali, no penhasco. As reticências da vida estão dentro de cada um. Nos gestos, nos sentimentos, em cada anjo...
on Friday, May 14, 2010


Um dia não era igual ao outro. Mas tudo estava um tanto previsível. E isso definhava seus sentimentos. Ele estava próximo à praia ainda se perguntando o que não havia entendido nos últimos tempos. Não conseguia sequer responder uma questão que surgisse em sua mente. Toda aquela pressão o detivera em seus pensamentos. Olhou pra dentro de si e reparou que sua áurea fora deixada de lado. Sabia agora que precisava de respostas. No telefone:

- Oi, preciso te ver.
- Por que?
- Preciso me entender.
- Ok. Me encontre próximo à nossa árvore.
- Tudo bem.

Desligou. Respirou. Saiu.
on Wednesday, May 5, 2010


Não havia nada naquele bosque. Exceto...
Exceto um jovem que esperava por alguém. Alguém especial, diga-se de passagem.
Aquela árvore, que trazia consigo lembranças de dias incomuns. E estava ali. Inerte. Úmida. Sóbria.
Checou pela última vez o local. Viu um vulto. Quase gritou. Mas reconheceu a face que fitava seus olhos esperançosos.

- Nossa...ainda bem que você veio!
- Eu não deixaria de vir por nada.
- Que bom! Agora vamos. Temos um longo caminho pela frente.
- Eu sei disso. Vamos passar um dia inteiro subindo até chegar ao topo do penhasco.

...
on Monday, May 3, 2010


- Quando eu contar até três, nós pulamos.
- Okay. Estou pronto.
- Um, dois, três...

As reticências duraram uma eternidade. Os dois rapazes sub-existiam ali, no alto do penhasco. Duas almas a vagar, levando consigo um segredo. Um segredo que jamais traria suas vidas de volta.

on Friday, April 30, 2010
Um raio de sol, indeterminado por sua própria existência.
Oculto talvez. Algo além do imaginável ronda a luz que o cerca.
Era apenas um sonhador, ou realista de fato, que por somar à outros suas opiniões, vislumbra tudo aquilo que teve, e tem, em seus doces sonhos.
Chora as mágoas dos bons amigos, arrisca um perdão, crê no amor. Sabe que o mais importante na vida não é a quantidade de vezes que correu por um bem maior, mas sim quantas vezes perdeu o fôlego por ser aquilo que tanto quis, ou não.
Um raio de lua que ilumina os movimentos sutis provindos de seus lábios e emoções antes não registradas. Ao menos é o que se sabe.
A noite se torna mais tranquila sob seus raios lunares. Mais confortável. Mais feliz.
O talvez aqui é baseado em seus gestos, olhares e palavras ditas em momentos incomuns. É tão vívido quanto qualquer flor que nasce no alto de uma gélida montanha, tão hábil na reflexão por sua própria natureza.
Ser sol, ser lua, basta estar conspirando a favor do que mais importa.
E o que importa? O raio sempre sabe.
on Monday, April 19, 2010
Nossa, senti um abandono aqui no meu blog.
Mas foi só durante um tempinho que, acredito eu, foi necessário para pensar sobre as coisas pelas quais eu deveria optar, projetos a estabelecer...enfim, uma infinidade de coisas interessantes que me passam pela mente agora é resultado de tudo que tenho vivido, logo não foi em vão meu repentino "desaparecimento" (risos).

Pois bem, vou nessa.
Segunda-feira, só tive uma aula de 7 às 9 da manhã, preciso iniciar um projeto em grupo e vária ideias já estão rondando...

Feliz dia do índio!
on Thursday, February 25, 2010
Estava na ponta da sua língua. No cantinho mais desenvolto do cérebro. Tudo aquilo que por hora aliviaria as tensões ocorridas nos últimos tempos. Os ares mudaram desde a última vez que rasbicou as tortuosas linhas... Que linhas?
As mãos tremiam e o suor escorria através delas. Não havia sequer uma linha rabiscada. Nenhum ponto de partida. Nenhuma palavra. Nada.
O mal-estar logo veio. Agora não havia mais nada na ponta da sua língua. Muito menos no cérebro. O branco mais alvo tomava conta do lugar onde haviam emoções e fatos.
Durante algumas horas não conseguiu imaginar muita coisa, e no fundo sabia o porquê.
Abriu um de seus antigos cadernos e encontrou algumas folhas em branco e começou a descrever as palavras que vinham em sua mente.
Passadas algumas horas nem se deu conta do quanto havia escrito. Folhas e mais folhas. Achou a maioria das coisas descritas ali muito vazia. Mas estava feliz. Conseguiu escrever o bastante para aquele dia. Não era muito importante o conteúdo, mas isso se descobre com o tempo.
Meses mais tarde já publicava no blog postagens dotadas de significados e certa importância pessoal. O branco que se instaurou em sua mente agora era preechido de inúmeras cores. Todas com alguma intenção, algum acontecimento, alguma ação e inúmeras reações.
Escrever libertou sua alma. Descrever libertou sua imaginação. Reescrever refez todas aquelas sitações. Situações que agora tira de letra. Literalmente.

Post em homenagem à Ana Clara, que a cada dia se descobre publicitária, escritora, leitora, observadora e inúmeras outras coisas que ela pode vir a se tornar.
on Saturday, February 6, 2010
Quem você é?
Como você pode saber?

Se eu disser que você é legal, talvez você não concorde e diga que você é metida.
Se eu disser que você é bonita, aí você vai olhar no espelho e vai achar um defeito ao qual se apoiará, e então vai se achar feia.

Quando eu falar que você é inteligente, com toda certeza você se lembrará de todos os seus erros ortográficos, suas confusões e até mesmo de quando pronunciou algumas palavras erradas por nervosismo. E pronto agora será burra. Porém errar é humano. Todos nós erramos.

Então eu direi que você é amiga, mas você só pensará nas suas mancadas e vai afirmar com firmeza que não conhece amizade. O que é contraditório, visto que você procura ser amiga das pessoas que lhe querem bem e o faz com muito êxito.

Você vai agir com alegria e entusiasmo, mas só conseguirá se ver “forçando a barra”.


Na verdade, talvez você não seja nada que eu pense, mas tenho certeza que também é o que você pensa de si mesma. Aliás, você é aquilo que ninguém pode ver. Uma união de energias positivas. Uma construção de qualidades e defeitos, necessários a qualquer ser humano.


Concordo com você:

"Eu sou tudo aquilo que eu e você queremos ver."


Post em homenagem à Lu, em resposta à postagem "Who I Am?",que a cada dia descobre um pouco mais de si mesma. Com seu carisma e dedicação aos assuntos pernitentes a sua convivência social, ela procura ser ela mesma, seja nos dia de baixa ou alta autoestima.

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