
Não havia nada naquele bosque. Exceto...
Exceto um jovem que esperava por alguém. Alguém especial, diga-se de passagem.
Aquela árvore, que trazia consigo lembranças de dias incomuns. E estava ali. Inerte. Úmida. Sóbria.
Checou pela última vez o local. Viu um vulto. Quase gritou. Mas reconheceu a face que fitava seus olhos esperançosos.
- Nossa...ainda bem que você veio!
- Eu não deixaria de vir por nada.
- Que bom! Agora vamos. Temos um longo caminho pela frente.
- Eu sei disso. Vamos passar um dia inteiro subindo até chegar ao topo do penhasco.
...
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