Era a noite de domingo mais sombria que Flora já tinha visto. Agora ela corria desesperadamente em um parte da floresta atrás da UFES. Suas mãos frias e temerosas aguardavam o pior. Agora nem Perov, Rafael, Victor, Lorrayna ou Luiza poderiam lhe ajudar. Estava só. Correndo do que parecia ser o seu fim. “Um fim que será o último”, pensou ela.
O cansaço acabou lhe vencendo. Parou exausta em um canto próxima à algumas árvores envelhecidas. Recostou sobre uma das àrvores e esperou durante alguns minutos. Acabou ajoelhando no chão para algo que lhe chamava atenção. Apanhou o objeto que ali brilhava. Finalmente havia encontrado! Mas de nada adiantava. Todos estavam mortos. Somente ela, Flora, estava ali. Nada e ninguém poderia lhe ajudar. As lágrimas logo vieram. Tudo estava perdido. Tudo pelo que havia lutado. Tudo o que havia alcançado todo esse tempo. Tudo estava perdido. Sentiu sua presença e baixou o rosto.
Tudo ficou escuro...
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