on Tuesday, October 2, 2012
Na última segunda feira descobri um designer que me encantou com suas imagens sobre o futuro. Klaus Bürgle é um designer alemão que potencializa em suas obras um universo moderno, com objetos futuristas, com muita cor, forma e excentricidade. O mais interessante é que Klaus fez parte da geração que teve forte influência do ápice da ficção científica em meados do século XX, quando obras como Destination Moon e  2001: A Space Odyssey fizeram sucesso no cinema e na literatura, e esse tipo de tema é abundantemente abordado em suas obras. Seus trabalhos mais famosos datam dos anos 50, 60 e 70, quando a pop art e o retro futurismo estouravam nos centros urbanos.

Visão do futuro em sua série de obras intitulado 







Se quiser continuar a olhar os trabalhos, pode visitar o site sobre Retro Futurismo

Essa semana resolvi voltar ao meu blog. Apenas por curiosidade.
Olha...é muito estranho. Você se lembra do contexto que você escreveu, mas parece que não foi você escreveu. Um horror.
Uma gramática digna de pérolas do Enem. Se é que pérolas podem ser consideradas pra esse tipo de exame. Nada a declarar.
Temas sombrios, oriundos dos sentimentos mais profanos e desencanados. Ou então, uma tentativa frustrada de comédia com algum tema.
A questão é que muita coisa mudou, muita gente desapareceu, muita gente apareceu e muita gente reapareceu. Muitos lugares surgiram, muitas referências brotaram e os sentimentos estão mais seguros.

Não sei se alguém vai ler minhas postagens, mas o mais importante é que tomei gosto por escrever novamente e isso me deixa bem. 2012 começou misterioso, me mostrou dores e mágoas, e acredito estar mais confiante, forte, corajoso e iluminado que antes.

É isso. Não tenho muita linguiça pra encher aqui. 
Que a semana seja feliz e eterna, só que não.
on Monday, January 16, 2012
Parou pra pensar, certo dia, sobre tudo o que conhecia e desconhecia. Sobre tudo que tinha e não tinha. Sobre tudo que sentia ou ignorava. Não passou de uma tentativa frustrada. O nó preso na garganta foi impulsionado pelo caleidoscópio de emoções que vagavam em sua mente e em seu coração. Talvez fosse mais fácil iluminar as ideias com um abajour barato, com lâmpada incandescente de 40 wattz ou mesmo a luz fraca de seu celular com bateria fraca. Fraca era a força que detinha pra aguentar o peso que se acumulava em suas entranhas...
Suas entranhas, por sinal, não sabiam ao certo se aquele, que as possuía, era um corpo estranho lutando contra o que era óbvio em sua cabeça ou se era apenas mais um sonhador que almejava descansar daquilo tudo. Nunca saberia. O complexo é cada vez mais encoberto por sua própria camada de desespero interior e sorrisos maledicentes. No entanto, se pregava em desligar aquilo tudo e vivenciar o que estava em alta no que dizia respeito à moda primavera-verão da alma, das estações do seu círculo, do seu nicho.


Foto: Vanitas65

O nó voltou à garganta. Seus olhos se encheram. Mas de certa forma ainda possuía aquilo que mais prezava. Uma não solidão. Ou seria isso errôneo? Se pega pensando nisso inúmeras vezes. E em todas elas, está, de fato, em profunda mágoa do seu inconsciente. Foge daquilo sem ao menos resolver e a aglomeração de emoções se detém no fim do seu córtex cerebral. O processamento da sua vida pede passagem, uma alva e menos sofisticada. Mais priorizada. Menos confusa. Mais impulsiva. Menos destrutiva. Mais menos mas mente.
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