Estava na ponta da sua língua. No cantinho mais desenvolto do cérebro. Tudo aquilo que por hora aliviaria as tensões ocorridas nos últimos tempos. Os ares mudaram desde a última vez que rasbicou as tortuosas linhas... Que linhas? As mãos tremiam e o suor escorria através delas. Não havia sequer uma linha rabiscada. Nenhum ponto de partida. Nenhuma palavra. Nada.
O mal-estar logo veio. Agora não havia mais nada na ponta da sua língua. Muito menos no cérebro. O branco mais alvo tomava conta do lugar onde haviam emoções e fatos.
Durante algumas horas não conseguiu imaginar muita coisa, e no fundo sabia o porquê.
Abriu um de seus antigos cadernos e encontrou algumas folhas em branco e começou a descrever as palavras que vinham em sua mente.
Passadas algumas horas nem se deu conta do quanto havia escrito. Folhas e mais folhas. Achou a maioria das coisas descritas ali muito vazia. Mas estava feliz. Conseguiu escrever o bastante para aquele dia. Não era muito importante o conteúdo, mas isso se descobre com o tempo.
Meses mais tarde já publicava no blog postagens dotadas de significados e certa importância pessoal. O branco que se instaurou em sua mente agora era preechido de inúmeras cores. Todas com alguma intenção, algum acontecimento, alguma ação e inúmeras reações.
Escrever libertou sua alma. Descrever libertou sua imaginação. Reescrever refez todas aquelas sitações. Situações que agora tira de letra. Literalmente.
Post em homenagem à Ana Clara, que a cada dia se descobre publicitária, escritora, leitora, observadora e inúmeras outras coisas que ela pode vir a se tornar.
O mal-estar logo veio. Agora não havia mais nada na ponta da sua língua. Muito menos no cérebro. O branco mais alvo tomava conta do lugar onde haviam emoções e fatos.
Durante algumas horas não conseguiu imaginar muita coisa, e no fundo sabia o porquê.
Abriu um de seus antigos cadernos e encontrou algumas folhas em branco e começou a descrever as palavras que vinham em sua mente.
Passadas algumas horas nem se deu conta do quanto havia escrito. Folhas e mais folhas. Achou a maioria das coisas descritas ali muito vazia. Mas estava feliz. Conseguiu escrever o bastante para aquele dia. Não era muito importante o conteúdo, mas isso se descobre com o tempo.
Meses mais tarde já publicava no blog postagens dotadas de significados e certa importância pessoal. O branco que se instaurou em sua mente agora era preechido de inúmeras cores. Todas com alguma intenção, algum acontecimento, alguma ação e inúmeras reações.
Escrever libertou sua alma. Descrever libertou sua imaginação. Reescrever refez todas aquelas sitações. Situações que agora tira de letra. Literalmente.
Post em homenagem à Ana Clara, que a cada dia se descobre publicitária, escritora, leitora, observadora e inúmeras outras coisas que ela pode vir a se tornar.
