Um raio de sol, indeterminado por sua própria existência.
Oculto talvez. Algo além do imaginável ronda a luz que o cerca.
Era apenas um sonhador, ou realista de fato, que por somar à outros suas opiniões, vislumbra tudo aquilo que teve, e tem, em seus doces sonhos.
Chora as mágoas dos bons amigos, arrisca um perdão, crê no amor. Sabe que o mais importante na vida não é a quantidade de vezes que correu por um bem maior, mas sim quantas vezes perdeu o fôlego por ser aquilo que tanto quis, ou não.
Um raio de lua que ilumina os movimentos sutis provindos de seus lábios e emoções antes não registradas. Ao menos é o que se sabe.
A noite se torna mais tranquila sob seus raios lunares. Mais confortável. Mais feliz.
O talvez aqui é baseado em seus gestos, olhares e palavras ditas em momentos incomuns. É tão vívido quanto qualquer flor que nasce no alto de uma gélida montanha, tão hábil na reflexão por sua própria natureza.
Ser sol, ser lua, basta estar conspirando a favor do que mais importa.
E o que importa? O raio sempre sabe.