on Friday, April 30, 2010
Um raio de sol, indeterminado por sua própria existência.
Oculto talvez. Algo além do imaginável ronda a luz que o cerca.
Era apenas um sonhador, ou realista de fato, que por somar à outros suas opiniões, vislumbra tudo aquilo que teve, e tem, em seus doces sonhos.
Chora as mágoas dos bons amigos, arrisca um perdão, crê no amor. Sabe que o mais importante na vida não é a quantidade de vezes que correu por um bem maior, mas sim quantas vezes perdeu o fôlego por ser aquilo que tanto quis, ou não.
Um raio de lua que ilumina os movimentos sutis provindos de seus lábios e emoções antes não registradas. Ao menos é o que se sabe.
A noite se torna mais tranquila sob seus raios lunares. Mais confortável. Mais feliz.
O talvez aqui é baseado em seus gestos, olhares e palavras ditas em momentos incomuns. É tão vívido quanto qualquer flor que nasce no alto de uma gélida montanha, tão hábil na reflexão por sua própria natureza.
Ser sol, ser lua, basta estar conspirando a favor do que mais importa.
E o que importa? O raio sempre sabe.
on Monday, April 19, 2010
Nossa, senti um abandono aqui no meu blog.
Mas foi só durante um tempinho que, acredito eu, foi necessário para pensar sobre as coisas pelas quais eu deveria optar, projetos a estabelecer...enfim, uma infinidade de coisas interessantes que me passam pela mente agora é resultado de tudo que tenho vivido, logo não foi em vão meu repentino "desaparecimento" (risos).

Pois bem, vou nessa.
Segunda-feira, só tive uma aula de 7 às 9 da manhã, preciso iniciar um projeto em grupo e vária ideias já estão rondando...

Feliz dia do índio!
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