Ares tranquilos envolvem as nossas vidas.
Confusões e catástrofes transformam os tranquilos ares.
E no final das contas você tem duas diferentes situações.
des
...Caminho
...Truição
...Espero
...Istir
...Tronar
...Vencilhar
...Moronar
...
re
...Pensar
...Ver
...Estruturar
...Sistir
...Surgir
...Erguir
...Começar.
Confusões e catástrofes transformam os tranquilos ares.
E no final das contas você tem duas diferentes situações.
des
...Caminho
...Truição
...Espero
...Istir
...Tronar
...Vencilhar
...Moronar
...
re
...Pensar
...Ver
...Estruturar
...Sistir
...Surgir
...Erguir
...Começar.
Quem nunca ouviu falar em atividades paranormais?
Pois é. Dia desses, saí de casa rumo à outro distrito. Adjascente ao meu.
O trânsito não estava tão caótico como de costume. Carros foram substituídos por vácuos mecânicos e congestionamentos pelo simples silêncio que se escuta em uma quimera de vontade.
Duas horas depois encontrei com algumas pessoas que eu defino aqui como cidadãos Kane. Isto em função do grande clássico cinematográfico talvez. Que seja.
Um dos Kane estava meio abatido e não sabia o que estava passando com o restante das pessoas de seu convívio social. Em sua face um choque lúgubre. Frente a mim disse em tom baixo:
- É normal folhas caírem?
- Que tipo de folhas?
- Cara, folhas de árvore.
Estranhei o questionamento, mas não me deixei abalar. Apenas respondi:
- Depende do momento. As folhas de árvores caem no momento em que pensamos que é normal elas caírem. Se pensarmos nessa situação como normal. Sim, é normal folha cair de árvore.
- Hum entendo... É que não consigo assimilar essas paradas que não se encaixam.
- Lógico que se encaixam. Pense só você. Acredita que é normal as folhas caírem da árvore?
- Eu penso que não. Elas precisam de continuidade e ao cair perdem o sentido no que se diz respeito a sua função primordial.
- Então não é normal folhas caírem. Creio que agora você buscará respostas para a queda das tais folhas. Não se deixe enganar por alguns fatores bizarros, mesmo que esta situação represente algo totalmente louco.
O não tão estranho cidadão Kane gostou da idéia. Acenou. Foi embora em direção a árvore que deixara suas folhas. Descobri ali o total sentido da paranormalidade.
Pois é. Dia desses, saí de casa rumo à outro distrito. Adjascente ao meu.
O trânsito não estava tão caótico como de costume. Carros foram substituídos por vácuos mecânicos e congestionamentos pelo simples silêncio que se escuta em uma quimera de vontade.
Duas horas depois encontrei com algumas pessoas que eu defino aqui como cidadãos Kane. Isto em função do grande clássico cinematográfico talvez. Que seja.
Um dos Kane estava meio abatido e não sabia o que estava passando com o restante das pessoas de seu convívio social. Em sua face um choque lúgubre. Frente a mim disse em tom baixo:
- É normal folhas caírem?
- Que tipo de folhas?
- Cara, folhas de árvore.
Estranhei o questionamento, mas não me deixei abalar. Apenas respondi:
- Depende do momento. As folhas de árvores caem no momento em que pensamos que é normal elas caírem. Se pensarmos nessa situação como normal. Sim, é normal folha cair de árvore.
- Hum entendo... É que não consigo assimilar essas paradas que não se encaixam.
- Lógico que se encaixam. Pense só você. Acredita que é normal as folhas caírem da árvore?
- Eu penso que não. Elas precisam de continuidade e ao cair perdem o sentido no que se diz respeito a sua função primordial.
- Então não é normal folhas caírem. Creio que agora você buscará respostas para a queda das tais folhas. Não se deixe enganar por alguns fatores bizarros, mesmo que esta situação represente algo totalmente louco.
O não tão estranho cidadão Kane gostou da idéia. Acenou. Foi embora em direção a árvore que deixara suas folhas. Descobri ali o total sentido da paranormalidade.
(Este texto foi confeccionado com a inspiração de Mario Zuany e Nathan Costa)
Espontanear é acordar às 08:56 no sábado, um sol rachante e escutar o celular musicando "Somebody Told Me" e do outro lado da linha a pessoa desembuchar em uma voz histérica: "- Raphaaaa! Bora praiar?"; "- Opa! É pra já".
Chegando na praia, exatamente às 09:17, "Ai Meldels! Praia encorporada!". Nada de muito sério, mas a praia estava bem cheia. E é isso.
Não praiar muito. Ir com isso na cabeça é o certo a se fazer num ocasião nada especial como a de hoje. Muitos falariam que é exagero da parte reclamante, outros apenas olhariam confusos para aquilo tudo e não entenderiam bulufas do que foi imaginado.
Pois é, cada psicoblogger com sua mania.
E cá entre você e a parte que vos discorre: escrever liberta a alma.
Chegando na praia, exatamente às 09:17, "Ai Meldels! Praia encorporada!". Nada de muito sério, mas a praia estava bem cheia. E é isso.
Não praiar muito. Ir com isso na cabeça é o certo a se fazer num ocasião nada especial como a de hoje. Muitos falariam que é exagero da parte reclamante, outros apenas olhariam confusos para aquilo tudo e não entenderiam bulufas do que foi imaginado.
Pois é, cada psicoblogger com sua mania.
E cá entre você e a parte que vos discorre: escrever liberta a alma.
(À Garota do Casaco Verde que tanto pensa sobre a nobre mania de escrever e imaginar.)
Pensei por poucas pessoas porque perecem.
Pontos partem para partes parecidas, pronto.
Porém, pontos parecidos perdem passagem para parecidas pessoalidades.
Pessoas possessas parecem portar parecidas pessoalidades.
Pois planos projetados podem partir pelo próprio princípio.
Princípio perdido pelas pessoas projetadas.
Pontos partem para partes parecidas, pronto.
Porém, pontos parecidos perdem passagem para parecidas pessoalidades.
Pessoas possessas parecem portar parecidas pessoalidades.
Pois planos projetados podem partir pelo próprio princípio.
Princípio perdido pelas pessoas projetadas.
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